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Indústrias da Coamo estão 100% em operação

A Coamo conta com 11 indústrias, sendo dez próprias e uma terceirizada. Anualmente, todas passam por uma parada para manutenção preventiva dos equipamentos. A última a passar pelo processo foi a de Dourados, que retornou com a produção na segunda-feira. Com isso, a cooperativa está com 100% das indústrias em operação. A Coamo conta com indústrias em Campo Mourão, Mamborê (terceirizada) e Paranaguá, no Paraná, e Dourados, no Mato Grosso do Sul.

Atualmente, são processadas 3.000 toneladas/dia de soja em Campo Mourão, 2.000 toneladas/dia em Paranaguá e 3.000 toneladas/dia em Dourados. O refino de óleo de soja em Campo Mourão conta com uma produção diária de 720 toneladas, e a mesma produção é registrada no complexo de Dourados. A produção de margarinas é de 400 toneladas/dia e a hidrogenação de gorduras é de 300 toneladas/dia. No moinho de trigo, em Campo Mourão, são 500 toneladas/dia e em Mamborê, 200 toneladas/dia. A torrefação e moagem de café é responsável por uma produção de 15 toneladas/dia e a fiação de algodão por 9 toneladas/dia.

De acordo com o diretor Industrial da Coamo, Divaldo Correa, as manutenções são necessárias para que todo o processo possa ser realizado em conformidade para atendimento as programações de vendas e exigências do mercado. Ele ressalta que o processo industrial exige empenho e dedicação. “É uma engrenagem que depende de várias peças para se manter funcionando e transformar milhões de toneladas de produtos por ano, agregando valor à produção dos cooperados e gerando empregos e divisas nas regiões em que atuam”, diz Divaldo. O diretor revela que para este ano a expectativa é de um crescimento de 6,6% na industrialização da Coamo.

O processo de industrialização na Coamo começou em 1975 com a implantação do moinho de trigo. Seis anos mais tarde, em 1981, entrou em funcionamento a primeira indústria de processamento de óleo de soja. Na sequência vieram em 1985, a fiação de algodão, 1990 a indústria de processamento de soja e Terminal Portuário em Paranaguá, 1996 refinaria de óleo de soja, 1999 indústria de hidrogenação, 2000 fábrica de margarina e gordura vegetal, 2009 torrefação e moagem de café e 2015 novo moinho de trigo. Em novembro de 2019, a cooperativa inaugurou em Dourados (MS), duas novas indústrias para produção de processamento de óleo de soja e refinaria de óleo de soja.

Fonte: Coamo/MS – 09/03/2021 07:49

Aneel anuncia bandeira tarifária vermelha para novembro


Acréscimo na conta será de R$ 4 para cada 100 kWh consumidos

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou, hoje (25), que a bandeira tarifária para o mês de novembro será a vermelha, no patamar 1, quando há um acréscimo de R$ 4 para cada 100 quilowatts-hora consumidos. Em outubro, a bandeira foi a amarela, cujo acréscimo na conta é de R$ 1.

De acordo com a agência, a decisão de elevar o patamar da bandeira se deve ao fato de que, apesar de novembro ser o mês de início do período chuvoso nas principais bacias hidrográficas do país, o regime de chuvas está abaixo da média histórica.

“O regime de chuvas regulares nessas regiões tem se revelado significativamente abaixo do padrão histórico. A previsão hidrológica para o mês também aponta vazões afluentes aos principais reservatórios abaixo da média, o que repercute diretamente na capacidade de produção das hidrelétricas, elevando os custos relacionados ao risco hidrológico (GSF)”, explicou a Aneel.

A agência disse ainda que nesse cenário aumenta a demanda de acionamento de usinas termelétricas, cujo custo de produção é mais alto, o que incide sobre da energia.

Sistema

Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico (GSF, na sigla em inglês) e o preço da energia (PLD).

O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

No dia 21 de maio, agência aprovou um reajuste no valor das bandeiras tarifárias. Com os novos valores, caso haja o acionamento, o acréscimo cobrado na conta pelo acionamento da bandeira amarela passou de R$ 1 para R$ 1,50 a cada 100 kWh consumidos. Já a bandeira vermelha patamar 1 passou de R$ 3 para R$ 4 a cada 100 kWh e no patamar 2 da bandeira passou de R$ 5 para R$ 6 por 100 kWh consumidos. A bandeira verde não tem cobrança extra.

Os recursos pagos pelos consumidores vão para uma conta específica e depois são repassados às distribuidoras de energia para compensar o custo extra da produção de energia em períodos de seca.

Por Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil 25/10/2019 – 16:51



COAMO: Duas novas indústrias serão inauguradas em Dourados/MS

Quem passa pela rodovia às margens da BR-163, entre Dourados e Caarapó no Mato Grosso do Sul, já percebe a evolução nas obras das indústrias de processamento de soja e refinaria de óleo de soja da Coamo Agroindustrial Cooperativa. As obras das novas indústrias estão em fase final e, em breve a cooperativa inaugura o novo complexo industrial aumentando a capacidade industrial do óleo de soja, margarinas e gorduras dos Alimentos Coamo.

Novo empreendimento – O novo empreendimento da Coamo contará com uma indústria de processamento de soja para 3.000 toneladas de soja/dia, produção de farelo e óleo, e uma refinaria para 720 toneladas/dia de óleo de soja refinado, equivalente a 16 milhões de sacas de soja /ano. “O resultado deste investimento será a ampliação da capacidade diária de processamento de soja da cooperativa das atuais 5.000 para 8.000 toneladas/dia, o que equivale a 40 milhões de sacas/ano, e a capacidade de refino das 660 toneladas/dia para 1.380 toneladas de óleo de soja refinado/dia”, informa Divaldo Correa, superintendente Industrial da cooperativa.

Refinaria de óleo – Segundo o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, a implantação da refinaria de óleo de soja permitirá também a comercialização dos Alimentos Coamo diretamente para as regiões Centro-Oeste e Sudeste do país. “Desta forma, não haverá o passeio do produto para ser industrializado no Paraná e voltando depois para essas regiões.”

Organização – De acordo com o superintendente Comercial da Coamo, Alcir José Goldoni, a área comercial da cooperativa já está organizada para os novos mercados. “Há uma demanda crescente pelos Alimentos Coamo, e como nossa capacidade industrial já está tomada, foi constatada a necessidade da construção desta nova indústria. Para isso, já estamos com toda nossa força de vendas reestruturada e preparada para essa novidade.”

Qualidade e sabor – Goldoni acrescenta que o crescimento das vendas dos Alimentos Coamo é reflexo da qualidade aliada ao sabor e economia que os produtos garantem ao consumidor. “Quem compra os Alimentos Coamo sabe que está adquirindo um alimento de origem, quem vem dos campos dos mais de 28 mil associados da Coamo. Nossa matéria-prima tem assistência técnica em todas as etapas de produção, ou seja, conta com rastreabilidade. Sem contar, que as demais etapas, até a industrialização e comercialização mantêm a mesma qualidade”, garante.

Planejamento estratégico – Para Gallassini, a construção das novas indústrias e a escolha da região de Dourados vem ao encontro do planejamento estratégico da cooperativa. “O volume de soja recebido pela Coamo no Mato Grosso do Sul comporta perfeitamente a instalação de uma moderna indústria esmagadora de soja e uma refinaria de óleo de soja em Dourados, promovendo redução de custo com o transporte do produto já industrializado.”

(Imprensa Coamo) Segunda, 26 Agosto 2019 10:55

Novas indústrias da Coamo contratam mais de 200 funcionários e começam a operar no 2º Semestre deste ano

A Coamo Agroindustrial Cooperativa, maior no segmento “Cooperativa Agrícola” da América Latina e uma das 46 maiores empresas do país, está contratando mais de 200 funcionários diretos para trabalharem nas suas novas indústrias de processamento de soja e refino de óleo de soja, em Dourados (MS), localizadas às margens da Br-163, na rodovia Dourados-Caarapó, na região Sudoeste do Mato Grosso do Sul,.

VAGAS – Entre as vagas ofertadas estão os cargos de engenheiro eletricista, eletricista industrial, técnico eletrotécnica, instrumentista, mecânico industrial, lubrificador, encarregados de setores de Produção de Óleo, Refinaria de Óleo, Utilidades e Laboratório industrial, assistente de Produção de Óleo, operadores de Preparação, Extração, Moagem, Peletização e Envase de Óleo, operadores de estação de Tratamento de Água e de Efluentes, operadores de Caldeira, Picador de Lenha e Moto Lenha, Laboratorista Industrial, auxiliar de Recursos Humanos e vigilante.

CONTRATAÇÃO – A empresa oferece como benefícios plano de saúde, plano Odontológico, Vale Alimentação, Restaurante, Convênio Farmácia e Convênio com Instituições de Ensino.

Os interessados podem enviar currículo para o e-mail curriculo.dourados@coamo.com.br, acessar o site www.coamo.com.br na aba “Trabalhe Conosco” ou irem pessoalmente no escritório das obras das novas indústrias na Br-163, rodovia Dourados-Caarapó.

INÍCIO DAS OPERAÇÕES – A entrada em funcionamento das novas indústrias da Coamo está prevista para o segundo semestre deste ano. Mas o empreendimento da cooperativa cujo investimento supera os R$ 700 milhões já vem impulsionando a economia de Dourados e região, haja vista que atualmente 1.300 colaboradores temporários estão trabalhando na construção das novas indústrias.

OPORTUNIDADE -“É grande a expectativa de todos com a construção dessas novas indústrias que irá ampliar a participação da cooperativa Coamo no mercado, oferecer centenas de empregos e colaborar para o desenvolvimento de Dourados e região”, explica o engenheiro Emerson Abrahão Mansano, gerente das Indústrias da Coamo em Dourados.

Informativo Coamo

SintracoopColaborador – 25/03/2019 ás 18:20

Coamo investe para processar 3.000 toneladas soja por dia em Dourados/MS

Quem passa pela rodovia às margens da Br-163, entre Dourados e Caarapó, na região Sudoeste de Mato Grosso do Sul, já percebe a evolução nas obras das indústrias de processamento de soja e refinaria de óleo de soja da Coamo Agroindustrial Cooperativa. O cronograma das obras está dentro da normalidade, atinge 30% do total e conta atualmente com 1.400 trabalhadores de três empreiteiras contatadas e mais de 80 empresas sublocadas para a execução dos serviços.
A entrada em operação das novas indústrias está prevista para agosto do próximo ano, mas o empreendimento da Coamo já vem impulsionando a economia da região de Dourados. O superintendente industrial da Coamo, Divaldo Correa, lembra que a obra deve durar pelo menos mais um ano para ser finalizada e a indústria entrar em operação.
A diretoria da Coamo está acompanhando com regularidade a evolução das obras neste grande empreendimento da cooperativa no Mato Grosso do Sul, que agregará uma indústria de processamento de soja para 3.000 toneladas de soja/dia, produção de farelo e óleo, e uma refinaria para 720 toneladas/dia de óleo de soja refinado, equivalente a 16 milhões de sacas de soja /ano.

O novo empreendimento da Coamo constará de uma indústria de processamento de soja para 3.000 toneladas de soja/dia, produção de farelo e óleo, e uma refinaria para 720 toneladas/dia de óleo de soja refinado, equivalente a 16 milhões de sacas de soja /ano. Investimento – A Coamo está investindo R$ 650 milhões nas duas plantas.

“O resultado deste investimento será a ampliação da capacidade diária de processamento de soja da cooperativa das atuais 5.000 para 8.000 toneladas/dia, o que equivale a 40 milhões de sacas/ano, e a capacidade de refino das 660 toneladas/dia para 1.380 toneladas de óleo de soja refinado/dia”, informas Divaldo Correa, superintendente Industrial da cooperativa.

A Coamo está investindo R$ 650 milhões nas duas plantas. A construção das novas indústrias e a escolha da região de dourados vem ao encontro do planejamento estratégico da cooperativa naquela região.

Enviado por: Warley Rodrigues de Souza

Fonte: Coamo

Edição: Equipe Sintracoop – 24/11/2018

Obras nas indústrias da Coamo em Dourados chegam a 20% do cronograma e tem 1.200 trabalhadores

Quem passa pela rodovia às margens da BR-163, entre Dourados e Caarapó, já percebe a evolução nas obras das indústrias de processamento de soja e refinaria de óleo de soja da Coamo Agroindustrial Cooperativa.

O cronograma das obras está dentro da normalidade, atinge 20% do total e conta atualmente com 1.200 trabalhadores das diversas empreiteiras contratadas para a execução dos serviços. “Mas este número de mão de obra deverá ser em breve em torno de 2.500 trabalhadores, conforme a evolução do cronograma. A entrada em operação das novas indústrias está prevista para agosto do próximo ano, mas já verificamos que o empreendimento da Coamo já vem impulsionando a economia da região de Dourados, no Mato Grosso do Sul”, informa o engenheiro Emerson Abrahão Mansano, gerente da Indústria de óleo da Coamo em Dourados.

Segundo Mansano, a fase atual das obras está na execução das obras civis com os trabalhos de terraplanagem,  estruturas metálicas, montagem mecânica e dos equipamentos, finalização das estacas, fabricação de pré-moldados na própria área industrial, concretagem nos blocos e lajes,  e colocação dos pilares nos prédios principais.

A diretoria da Coamo está acompanhando com regularidade a evolução das obras neste grande empreendimento da cooperativa no Mato Grosso do Sul.  Esta semana, o vice-presidente Claudio Rizzatto e os superintendentes Industrial, Divaldo Correa, de Logística e Operações, Airton Galinari, estiveram acompanhando o estágio das obras nas novas indústrias da Coamo.

Capacidade – O novo empreendimento da Coamo constará de uma indústria de processamento de soja para 3.000 toneladas de soja/dia, produção de farelo e óleo, e uma refinaria para 720 toneladas/dia de óleo de soja refinado, equivalente a 16 milhões de sacas de soja /ano.

Investimento – A Coamo está investindo R$ 650 milhões nas duas plantas. “O resultado deste investimento será a ampliação da capacidade diária de processamento de soja da cooperativa das atuais 5.000 para 8.000 toneladas/dia, o que equivale a 40 milhões de sacas/ano, e a capacidade de refino das 660 toneladas/dia para 1.380 toneladas de óleo de soja refinado/dia”, informas Divaldo Correa, superintendente Industrial da cooperativa.

Volumes – Para o presidente da Coamo, engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini, a construção das novas indústrias e a escolha da região de Dourados vem ao encontro do planejamento estratégico da cooperativa. “O volume de soja recebido pela Coamo no Mato Grosso do Sul comporta perfeitamente a instalação de uma moderna indústria esmagadora de soja e uma refinaria de óleo de soja em Dourados, promovendo redução de custo com o transporte do produto já industrializado.”

Novo mercado – Segundo Gallassini, a implantação da refinaria de óleo de soja permitirá também a comercialização dos Alimentos Coamo diretamente para as regiões Centro-Oeste e Sudeste do país. “Desta forma, não haverá o passeio do produto para ser industrializado no Paraná e voltando depois para essas regiões.”

Manchete nos Jornais desta Quinta-feira, 26 de Abril de 2018

O Globo: Palocci assina acordo de delação premiada com PF
Ex-ministro já teria concluído depoimentos aos investigadores
O Estado de S. Paulo: Temer e Alckmin negociam aliança para unificar centro
Chapa presidencial pode ter Meirelles (MDB) como vice do candidato tucano
Folha de S. Paulo: Lava Jato critica STF, e Lula exige o envio de ações a São Paulo
Procuradores afirmam que a decisão de tirar da alçada de Sergio Moro trechos de delação da Odebrecht é ininteligível
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O Globo

Manchete: Palocci assina acordo de delação premiada com PF
Ex-ministro já teria concluído depoimentos aos investigadores
Preso desde setembro de 2016 e condenado a 12 anos, ele pode dar novo impulso à apuração do esquema de corrupção

JAILTON DE CARVALHO
O ex-ministro Antonio Palocci firmou acordo de delação premiada com a Polícia Federal. Preso desde setembro de 2016, Palocci, ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil, já teria encerrado os depoimentos aos investigadores, segundo confirmaram ao GLOBO fontes vinculadas ao caso. Condenado a 12 anos por corrupção e lavagem de dinheiro, ele deve dar novo impulso à Operação Lava-Jato, apresentando provas que sustentem as acusações contidas na delação, que ainda deverá ser homologada pela Justiça. Em depoimento anterior, ele afirmou que o ex-presidente Lula e Emílio Odebrecht haviam firmado um “pacto de sangue”. (PÁGINA 3)

MERVAL PEREIRA
País discute se é necessária uma contrapartida para corrupção. (PÁGINA 4)

MÍRIAM LEITÃO
Decisão da 2ª turma ignora engenharia financeira da corrupção. (PÁGINA 20)

Força-tarefa reage à decisão do STF
Os procuradores da força-tarefa da Lava- Jato classificaram de “lamentável tumulto processual” a decisão da Segunda Turma do STF de tirar do juiz Sergio Moro, e enviar à Justiça de São Paulo, trechos da delação de executivos da Odebrecht relacionados ao sítio de Atibaia e ao Instituto Lula. Para eles, não há influência sobre a competência de Moro para julgar essas ações. (PÁGINA 3)

EDITORIAL
‘Em nome da segurança jurídica’ (PÁGINA 16)

Polícia mira bens e homens da milícia
Operação recolhe suspeitos e vans
Uma operação da Polícia Civil resultou na prisão de 18 suspeitos de pertencer à maior milícia da Zona Oeste e na apreensão de 33 vans que eram exploradas pelo bando. Com um dos detidos foram encontrados 5 quilos de cocaína e crack, o que, segundo investigadores, reforça a suspeita de que milicianos se uniram a traficantes. (PÁGINA 8)

Justiça solta 137 suspeitos de sítio
Foi revogada a prisão de 137 pessoas detidas numa festa da milícia em sítio. Seguem presos 21 suspeitos. (PÁGINA 10)

Loures diz não saber de dinheiro na mala
Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor do presidente Michel Temer preso após ter sido filmado com mala contendo R$ 500 mil em São Paulo, disse à Justiça que a recebeu do delator Ricardo Saud, ex-executivo da J&F, “sem saber qual era seu conteúdo”. Joesley Batista, dono da J&F, afirmou à Polícia Federal que Saud também entregou R$ 500 mil ao presidente do PP. (PÁGINA 7)

BERNARDO MELLO FRANCO
Os 12 réus do elefante branco de Brasília. (PÁGINA 2)

Dólar tem quinta alta consecutiva
A tendência global de valorização da moeda americana, por causa da expectativa de elevação mais rápida dos juros nos EUA, levou o dólar comercial à quinta alta consecutiva, fechando a R$ 3,486, maior cotação desde 16 de junho de 2016. (PÁGINA 19)

Contas públicas: rombo de R$ 25 bi
As contas do Tesouro, do Banco Central e da Previdência Social tiveram o pior resultado para março em 22 anos. O rombo de R$ 24,8 bilhões é mais que o dobro do déficit registrado no mesmo mês do ano passado, de R$ 11,2 bilhões. (PÁGINA 21)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Temer e Alckmin negociam aliança para unificar centro
Chapa presidencial pode ter Meirelles (MDB) como vice do candidato tucano
Michel Temer e o ex-governador Geraldo Alckmin, pré-candidato ao Planalto pelo PSDB, reabriram as negociações para montar uma chapa eleitoral que reunifique o centro político brasileiro, atualmente fragmentado em várias pré-candidaturas, todas até agora sem grande força nas pesquisas. Uma das alternativas à mesa passa pela desistência de Temer em concorrer à reeleição, o que abriria espaço para o ex-ministro Henrique Meirelles, recém-filiado ao MDB de Temer, ser o vice de Alckmin. A proposta foi apresentada ao tucano por um interlocutor do presidente. Alckmin ainda analisa a ideia. A aliança ampliaria consideravelmente o tempo de Alckmin no horário eleitoral de rádio e TV e seus palanques regionais. Em contrapartida, o tucano incorporaria à sua campanha a defesa da atual política econômica e das reformas propostas por Temer. Os entraves, porém, são muitos e passam pelas candidaturas de João Doria (PSDB) e Paulo Skaf (MDB) ao governo de São Paulo. (POLÍTICA / PÁG. A4)

Em busca de um consenso
Henrique Meirelles afirmou ontem que o processo eleitoral deve levar à consolidação das candidaturas de centro. “O eleitor não espera candidato com declaração bombástica”, disse. (PÁG. A4)

‘Não sou a favor de posições ultraliberais’, diz Barbosa
Antes mesmo de anunciar se entrará na disputa ao Planalto, o ex-presidente do STF Joaquim Barbosa indicou que pretende conciliar a bandeira ética com a social em uma eventual candidatura. Ex-relator do mensalão, ele deve reforçar a imagem de juiz implacável com a corrupção e, na economia, se apresentará como um social-democrata. “Não sou favorável a posições ultraliberais num país social e estruturalmente tão frágil como o Brasil”, disse a Eduardo Kattah. (POLÍTICA / PÁG. A6)

Hypera avalia fazer acordo de leniência e trocar diretores
Fonte ligada a João Alves Queiroz Filho, controlador da Hypera (ex- Hypermarcas), afirmou que o empresário, conhecido como Júnior, está consultando advogados para uma possível negociação de acordo de leniência, informam Mônica Scaramuzzo e Fabio Serapião. A empresa teve seu nome envolvido na Operação Lava Jato em 2015. Os acionistas da Hypera vão se reunir hoje para discutir possível mudança dos principais executivos da companhia. (ECONOMIA / PÁG. B1)

TCU retém bens de empresa
Tribunal decidiu bloquear até R$ 508,3 milhões em bens da Andrade Gutierrez por suposto superfaturamento na usina nuclear de Angra 3. (PÁG. B3)

Por uma nova estratégia diplomática
Para os participantes do terceiro Fórum Estadão – A Reconstrução do Brasil, realizado ontem, é preciso que uma nova estratégia diplomática, que dê maior protagonismo ao Brasil, seja incluída no debate eleitoral. (POLÍTICA / PÁGS. A10 e A11)

Joesley cita R$ 500 mil para Ciro Nogueira (POLÍTICA / PÁG. A8)

Colunistas
William Waack
Acreditamos que o tempo trabalha a nosso favor e optamos por ignorar evidências. A principal chama-se janela demográfica. (POLÍTICA / PÁG. A6)

Celso Ming
O mercado financeiro, que sempre tem explicações para fatos já ocorridos, desta vez patina na disparada do dólar. (ECONOMIA / PÁG. B2)

Notas & Informações
Rota do desperdício
Pagar ao setor automobilístico para tornar-se mais competitivo, por meio do programa Rota 2030, pode ser um erro enorme e custoso, como foi o fracassado programa Inovar Auto. (PÁG. A3)

No balaio da insegurança
A 2.ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) não parece especialmente preocupada com segurança jurídica. (PÁG. A3)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Lava Jato critica STF, e Lula exige o envio de ações a São Paulo
Procuradores afirmam que a decisão de tirar da alçada de Sergio Moro trechos de delação da Odebrecht é ininteligível
A força-tarefa da Lava Jato criticou a decisão do Supremo Tribunal Federal que retirou do juiz Sergio Moro trechos da delação da Odebrecht ligados a Lula que tratam sobre o sítio de Atibaia (SP) e o instituto do ex-presidente. Os procuradores chamaram a medida do STF de superficial e ininteligível. Pela decisão da Segunda Turma da corte, essas partes da delação da empresa não falam da Petrobras, foco da Lava Jato no Paraná, e devem ser encaminhadas a São Paulo. A equipe de Curitiba sustenta que o caso tem ligação coma estatal, reforçada por depoimentos e conexões com outras ações. A defesa de Lula argumenta que a decisão tem efeito imediato e protocolou petições pedindo o envio integral para SP dos processos que envolvem os temas. Se isso ocorrer, a tramitação pode voltar ao início. “É possível que o caso seja anulado”, diz o advogado criminalista Conrado Gontijo. (Poder A4)

Central de dados expõe criança que foi violentada
Criado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Banco Nacional de Mandados de Prisão expõe para consulta pública dados de processos que correm em segredo de Justiça. Há casos em que são revelados identidade e detalhes do abuso sexual de crianças. O CNJ diz que a responsabilidade pelo conteúdo é dos tribunais, (Cotidiano B1)

Justiça do RJ solta 137 dos 159 presos em festa de milícia
A Justiça do Rio de Janeiro mandou soltar 137 dos 159 presos em festa supostamente organizada por milicianos no início do mês. Segundo a Promotoria, não há, até o momento, provas que permitam o oferecimento de denúncia. A Polícia Civil diz que houve flagrante. (Cotidiano B2)

Cartórios fazem campanha contra o cadastro positivo (Mercado A20)

Mônica Bergamo
Tribunal permite a troca de nome após exposição indevida O Tribunal de Justiça de São Paulo autorizou um cidadão a mudar de nome depois que ele se viu envolvido indevidamente em escândalo na internet. A solicitação surpreendeu pelo ineditismo. Até então, os pedidos eram para apagar reportagens. (Ilustrada C2)

SUS, 30 anos
Médico visita paciente em comunidade de Florianópolis; subfinanciamento limita expansão do maior sistema público de saúde do mundo (CADERNO ESPECIAL)

Editoriais
Ainda que tarde
Sobre processo contra o tucano Eduardo Azeredo.

Sangria no caixa
A respeito de resultado das contas do Tesouro. (Opinião A2)

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